É muito, muito estressante, para uma pessoa como eu, entender os preceitos de um adulto.
Eu tento viver e ver as coisas com olhos amadurecidos, pelo menos em um prisma profissional. Mas tem certas coisas, que eu não entendo, e até certo ponto, me orgulho da minha ignorância.
Aprendi a odiar o dinheiro. Sei das vantagens e do conforto por ele proporcionado, mas também vejo ele guiar vidas, e isso é deprimente.
Carro, é bom. Casa, é bom.
Mas até que ponto lutamos por um objetivo?
Eu não penso pequeno, eu apenas penso no agora. Um dia quero ter meus filhos, minha casa, e não obstante isso, quem sabe, um companheiro. Mas veja bem, por minha conta e risco.
Aprendi que depender do dinheiro do cônjuge é castrar seu poder de decisão.
E nisso entra a questão monetária das relações. Vejo mulheres bonitas, cheias de vida e inteligentes se rebaixando por um conforto tão fugaz quanto um dia foi sua auto estima.
Não sou nenhuma feminista, para falar a verdade, acho que as feministas perderam a parada no momento que procuraram a superioridade, e não a igualdade.
Sou apenas uma mulher indignada.
E confusa, ás vezes.
Mas quem vai me achar, sou eu. Apenas eu.
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